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São Sebastião - DF/ Brejolândia - BA, Distrito Federal / Bahia, Brazil
Acreditamos que a prática da capoeira em sua essência, possibilita o homem a dar um grito de liberdade não só enquanto sistema mas também enquanto pessoa, aprofundando da nossa história e expansão de consciência, utilizando a maior ferramenta sócio-histórico-cultural da humanidade, a "mãe capoeira". As oligarquias tiveram exito em suas pretensões em moldar parte do nosso povo, até hoje se percebe o poder de domínio e manipulação desses canibais imperialistas, quantos bandos de bandeirantes requintados que ainda caçam e destroem culturas de povos inteiros em virtude dos lucros que é seu único e exclusivo fim, acorrentam, oprimem e castigam nosso povo, com perversidades e humilhações a cada dia mais variadas. Em contrapartida a ECEL CAPOEIRA atua na formação de mentalidades construtoras e libertadoras, fundamentados no autoconhecimento pessoal e cultural, somados ao respeito sagrado a natureza... Rompendo os laços que nos une a condição de serviçais, com a força de nossa própria cultura.Vida longa, livre, saudável, digna e honrada. Mestre Cipó Cristino Júnior (61) 9851-6028 / 8570-4673

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domingo, 6 de março de 2011

Coleta seletiva em todo o DF agora é lei

Justiça determina a implantação da coleta seletiva em todo DF


Tem gente que ainda têm dúvidas sobre o que é coleta seletiva. “Já ouvi falar sim”, afirma uma mulher. “Não sei o que é ”, fala um homem.

Mas logo todos vão ter que saber. Pois o Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou ao SLU que em até 90 dias a coleta seletiva esteja funcionando em todo o Distrito Federal. E o GDF já deveria fazer isso com as 2,5 mil toneladas de resíduos produzidas por dia na cidade, mas não cumpre a obrigação.

Em 2006, o GDF assinou um Termo de Ajustamento de Conduta se comprometendo a fazer coleta seletiva em todo o Plano Piloto e pelo menos instalar locais de entrega voluntária nos outros pontos do DF. Mas hoje, cinco anos depois, menos de 1% do lixo produzido vai para a reciclagem, de acordo com o SLU.

A ação do Ministério Público segue determinações da política nacional de resíduos sólidos, assinada em dezembro do ano passado. “Essa lei nacional é um marco muito importante, o que exige esse tipo de programa, pois você não pode mandar para o aterro o material que não seja os rejeitos”, explica Marta Eliane de Oliveira, promotora de defesa do meio ambiente.

Por enquanto, a coleta seletiva depende de ações isoladas. Como na casa onde a empregada doméstica Luzenira de Oliveira trabalha. “A gente separa o lixo. Tem o de orgânico e o de lixo seco”, fala.

Atitudes assim deveriam ser comuns, mas a realidade é outra. Ainda não há envolvimento da comunidade na separação do lixo. “O Ministério Público vem cobrar essa atitude do governo, porque a coleta seletiva não é feita há muitos anos”, diz Izabel Zanete, coordenadora de trabalhos de resíduos sólidos da UnB.

Sozinha, a síndica Elizete Furlaneto resolveu adotar a coleta seletiva em todo o bloco quando assumiu. Ela colou bilhetes informando a nova prática aos moradores e o prédio é um dos poucos do DF onde o SLU faz a coleta separadamente, a pedido dela. “Se cada um fizesse um pouquinho, só a sua parte, muita coisa seria diferente”, fala. 


Acesse ao vídeo e confira a entrevista completa com o diretor técnico do SLU Francisco Palhares. Luísa Doyle

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